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terça-feira, 8 de março de 2016

Idoso tem agulha quebrada no braço durante atendimento em policlínica de Feira


Familiares de um idoso de 77 anos pretendem processar a Prefeitura de Feira de Santana por causa de um procedimento realizado na Policlínica do bairro Rua Nova, no dia 27 de fevereiro deste ano. Eles reclamam que o paciente que sofre de diabetes passou mal e ao ser levado para a unidade de saúde, uma agulha quebrou e ficou cravada no braço do senhor José Carlos de Jesus quando uma enfermeira tentava aplicar um soro.

Em entrevista concedida ao repórter Sotero Filho, da rádio Subaé, Wilson Silva de Jesus, contou que o pai explicou que após a agulha ter quebrado, os profissionais da policlínica disseram que iam transferir o idoso para o hospital e não forneceram nenhum documento sobre o ocorrido e que ninguém da secretaria municipal de saúde o visitou para saber como está. “Foi um erro de trabalho e vou procurar a justiça, e não vou deixar isso pra lá, até eles tomarem providência; porque senão a mesma coisa que fizeram com meu pai, podem fazer em outros”, protestou Wilson.
De acordo com ele, houve demora na transferência do paciente para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) e com o pai se queixando de muita dor, a cirurgia só foi feita no dia seguinte. “Ficou a noite toda no Clériston e veio retirar (a agulha) somente no domingo (28), porque eu tive que procurar o médico cirurgião”.

Mostrando o braço direito onde foi feita a cirurgia, seu José Carlos também reclamou da demora no atendimento após o acidente ocorrido quando foram aplicar o soro. “Tomei muita agulhada no braço e uma passou pra outra - se referindo às enfermeiras - quando o daqui (o braço) que a agulha quebrou, aí foi pro outro braço que o soro pegou. Quando o soro terminou é que me transferiram para o Clériston”, declarou o idoso.

Alegando negligência no atendimento, Edson Carlos Passos, irmão do idoso, acrescentou que uma médica mandou colher o teor de açúcar no sangue do paciente e presenciou uma enfermeira teclando no WhatsApp, no local onde são aplicadas as injeções. “Já entramos com uma ação por danos morais na Defensoria Pública e o defensor já mandou levar o paciente no dia 31 de maio; vamos ao Clériston Andrade para pegar o relatório médico”, concluiu o irmão.

O repórter Sotero Filho informou que ninguém da policlínica quis se pronunciar sobre o assunto.

Blog Central de Polícia, com informações de Sotero Filho e imagens reprodução.

Um comentário:

  1. Um verdadeiro absurdo,realmente é a realidade do que acontece todos os dias em nosso país! Negligência... Isso não pode ficar em pune, temos mesmo é que gritar o que acontece de errado.

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