quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

DECARGA apresenta acusado de aplicar golpe de mais de R$ 500 mil em Feira e Itabuna

A Delegacia Especializada no Combate a Roubo de Cargas (DECARGA) que tem como titular o delegado João Rodrigo Uzzum apresentou na na manhã desta quinta-feira (27), Adson Pedro Lopes Barros (foto), 42 anos, que reside no bairro Cidade Nova, em Feira de Santana. Segundo a polícia, ele é acusado de chefiar uma quadrilha de estelionatários que conseguiu aplicar golpes em comerciantes de Feira de Santana e de Itabuna, avaliados em torno de R$ 500 mil.

Adson estava sendo seguido pelos policiais e foi preso em um posto de combustível localizado no município de Lauro de Freitas, quando parou para abastecer um veículo. Após ser detido, o acusado levou os policiais até um depósito alugado em Simões Filho, onde foram encontradas diversas mercadorias como eletrodomésticos,ferramentas e até alimentos. Segundo a polícia, tudo produto originado através dos golpes.

O GOLPE

O delegado João Rodrigo Uzzum informou durante entrevista coletiva que Adson tem um sócio identificado pelo prenome de Valdélio, e que os dois conseguiram abrir várias empresas utilizando documentos falsos e em seguida aplicaram golpes nos municípios de Feira e Itabuna. " Eles abriram duas empresas com os nomes Takeshita Alimentos e Gool Alimentos, no bairro Cidade Nova ", informou o delegado.

Segundo João Uzzum, com os RGs e CPFs falsos, os estelionatários conseguiram o documento DECORE - Declaração Comprobatória de Rendimentos - e abriram contas em 8 agências bancárias.

CONCESSIONÁRIAS

Além de lojas de alimentos, de máquina e de eletrodomésticos, a dupla conseguiu adquirir veículos em algumas concessionárias de Feira de Santana. De acordo com o delegado, em uma concessionária compraram dois veículos Ford Fiesta e um modelo Focus. Em outras concessionárias de Feira, compraram um veículo Celta e uma motocicleta. Em Itabuna, os golpistas conseguiram adquirir um Fiat Uno.

Adson Barros foi autuado em flagrante por formação de quadrilha, estelionato e utilização de documentos falsos. A polícia continua com as investigações para prender o seu sócio: Valdélio.

Redação do Central de Polícia, com informações de Denivaldo Costa

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