segunda-feira, 4 de julho de 2016

Corpo de professora assassinada em Riachão ainda não chegou ao DPT de Feira

O corpo da professora Ienata Pedreira Rios, encontrada assassinada a facadas no interior de sua residência na cidade de Riachão do Jacuipe, na tarde de domingo (3), ainda não chegou ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana,conforme relato feito pelo repórter Carlos Valadares, às 10h30 desta segunda-feira (4).

A professora de 35 anos foi encontrada morta, com golpes de faca, e a arma ficou cravada no pescoço. Existe a suspeita que o crime tenha acontecido durante a madrugada de ontem e apesar disso, o corpo ainda não chegou ao DPT de Feira.

De acordo com o repórter Carlos Valadares, um rabecão do DPT de Serrinha, que não realiza necropsia, se deslocou para remover o corpo até Feira de Santana, mas precisou desviar da rota para realizar outro levantamento cadavérico.

O CRIME

O assassinato da professora Ienata Pedreira Rios, natural da cidade de Pé de Serra, deixou a população de Riachão do Jacuipe chocada na tarde deste domingo (03), especialmente do bairro Clériston Andrade, onde aconteceu o crime. Ela foi encontrada morta, com golpes de faca, na cozinha de sua casa, por uma vizinha e uma mulher que trabalha na residência.

Embora o crime possa ter acontecido na madrugada, o corpo da professora só foi localizado por volta das 14h deste domingo (03), em sua residência, no bairro Clériston Andrade. Isso depois que vizinhos perceberam algo estranho, já que desde a manhã o portão da casa estava aberto e sem ninguém sair ou entrar.

Estranhando a situação, os vizinhos comunicaram o fato à menina que trabalhava na casa. Avisada, ela veio imediatamente e encontrou tudo aberto, inclusive o portão da casa. Ao entrar, avistou a professora completamente nua e com as marcas da violência.

A policia esteve no local, mas não deu qualquer pista do crime. Alguns avaliam que a professora teria sido atacada por alguém, provavelmente durante a madrugada, e ela tentou fugir pelos fundos da residência. Como o esposo dela trabalha em Dias D’ávila, o elemento podia ter conhecimento de tudo e ter se aproveitado desse situação vulnerável.  

Blog Central de Polícia, com informações de arquivo e do repórter Carlos Valadares (Programa Nas Ruas e na Polícia)



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