Conforme relatórios e exames médicos, a cirurgia, no primeiro filho de Simone é necessária, porém a mãe relata que o procedimento foi adiado por quatro vezes. “Desta ultima vez, meu filho já estava pronto para operar, inclusive com dieta zero, quando veio a notícia que a cirurgia seria suspensa mais uma vez por falta de vaga na UTI. A primeira vez ele retornou e disseram só ter feito o exame, da segunda alegou-se falta de vaga , na terceira fui informada que só havia um médico anestesista no hospital e por isso teria que aguardar”.
Preocupada, a mãe apela por celeridade no procedimento, preocupada com a saúde do filho e rotina hospitalar desde o mês de abril. “Estamos aguardando a cirurgia para iniciarmos o processo de desospitalização do meu filho, sabendo que ainda teremos outra etapa de extremo cuidado em casa assim que ele for operado e receber alta”, desabafa.
A assessoria de comunicação de Hospital Estadual da Criança (HEC) informou a reportagem do FOLHA DO ESTADO que os procedimentos de gastrotomia são eletivos (quando não há urgência), obedecendo a uma fila de gravidade e garante que a criança está sendo acompanhada pela equipe médica da unidade.
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