Nesta semana, entre a quinta-feira (28/4) e o domingo (1/5),
acontece mais uma edição da Micareta, tradicional festa feirense que ocorre
todos os anos e conta com a participação de pessoas de todas as idades. O
público infantil que participa da folia necessita de cuidados especiais para
aproveitar a festa com segurança, conforme adverte a pediatra do
Hospital Estadual da Criança (HEC) / Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade
Infantil (LABCMI), Milena Pessoa.
"O uso de filtro solar para proteger as crianças da
exposição ao sol e a ingestão constante de água para manter a hidratação, bem
como vestir roupas e fantasias leves e confortáveis, são algumas ações que os
pais e responsáveis podem adotar para que seus filhos curtam a folia
tranquilamente”, explica a pediatra.
Dra. Milena Pessoa acrescenta: “Os pais e responsáveis
também precisam ter cuidado com a aglomeração de pessoas durante a festa, pois
isso aumenta a chance de disseminação de doenças como a gripe. Inclusive, vale
salientar, crianças com idade entre seis meses e cinco anos fazem parte do
grupo prioritário de vacinação contra o vírus Influenza. Então, é importante
que sejam vacinadas”.
Conforme a pediatra, outro cuidado está relacionado às
quedas. “Muitos assistem ao desfile de blocos e trios elétricos em lugares
elevados, como sacadas e varandas de apartamentos, camarotes,
arquibancadas, etc., e há sempre o risco. Por isso, vale ressaltar que
a criança precisa de uma vigilância suficiente para evitar acidentes. Telas de
proteção em janelas e restrição de acesso a lugares inadequados são atitudes
eficazes", destaca.
Ainda de acordo com Dra. Milena Pessoa, é preciso que
os pais e responsáveis tenham cuidado com peças e acessórios pequenos, usados
para enfeitar os foliões mirins, a exemplo de lantejoulas. A pediatra também alerta
quanto ao uso de máscaras, cintos e cordões. “Estes precisam ser evitados para
que não haja risco de estrangulamento; aquelas precisam ser confeccionadas com
materiais que não causem alergias e, no caso de pintura facial, que sejam
usadas tintas infantis, mais adequadas”, finaliza.
Ascom/HEC
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