O Ministério Público do Estado da Bahia entrou com uma ação
na Justiça para impedir que ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de
Urgência (Samu) fiquem retidas no Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de
Santana. "A ação pede multa diária em caso de descumprimento, de o estado
reter aquele tipo de maca naquele local", detalha o promotor Audo
Rodrigues.
O problema ocorre não só com ambulâncias do Samu, mas com as
que chegam de outras cidades para levar pacientes ao hospital. O diretor da
unidade de sáude, José Carlos Pintagueira, diz que os problemas só
ocorrem quando paciente chega em estado grave e são atendidos na própria maca
do Samu para evitar piora.
Isso ocorre porque faltam leitos hospital: entre 302, 24 são
da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e todos vivem ocupados. "O Cleriston
Andrade é sozinho para 127 municípios e precisa ser ajudado", diz.
O Samu em Feira de Santana tem disponíveis seis
ambulâncias e uma motocicleta. A coordenadora Maísa Macedo avalia que a
média de 40 pessoas são atendidas pelo serviço diariamente.
Esse número poderia ser maior se as ambulâncias não ficassem
retidas no hospital. "Diariamente, nossas equipes ficam lá. Nesse período
vem diminuindo e já tivemos período de permanecer tempo maior", relata.
Fonte: G1, com informações da TV Subaé (imagem reprodução)
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