Um agente de trânsito lotado na Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) de Feira de Santana registrou no final da manhã desta terça-feira (27) um Boletim de Ocorrência após ser vítima de agressão durante uma operação de rotina do órgão.
Em entrevista a reportagem do FOLHA DO ESTADO, o agente, que pediu para ter a identidade preservada, disse que estava em operação na Avenida Presidente Dutra, na companhia de outro agente, quando ao proceder a remoção de duas motos, foi surpreendido pela ação de uma pessoa, que segundo a fonte não tinha nada a ver com o caso, sequer era proprietário do veículo. Ele disse que chegou a sofrer ameaças de morte e injúrias raciais.
Houve troca de empurrões e outra pessoa, próxima ao homem que ameaçou o agente chegou ao local com duas facas e o que ameaçava, por sua vez, segundo o relato, desferiu socos contra a vítima. A situação foi contornada pelo outro agente de trânsito envolvido na operação e a Polícia Militar foi acionada para intervir. Os homens acusados de agressão foram conduzidos ao Complexo de delegacias do bairro Sobradinho para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Ele não tinha nada a ver com a situação. Mas é comum esse tipo de situação no nosso trabalho, apesar de nunca ter chegado ao ponto de agressão, relatou a fonte.
Mais esses agentes de trânsito querem ser o dono do mundo,não que eu seja a favor de agressão,mais também eles tem que ser mais educados não chegar logo e multar.
ResponderExcluirMAIS UMA VEZ resta latente o descaso para com os profissionais que laboram no trânsito nesta cidade, pois, MAIS UMA VEZ um integrante do órgão de trânsito é covardemente agredido e postura enérgica alguma é tomada por quem de direito.
ResponderExcluirA indagação é:
Se fosse o superintendente municipal de trânsito que tivesse levada um soco, a inércia e omissão seria a mesma? Pois bem...
No entanto, tanto um como outro integram o mesmo corpo, ou não é bem isto?
Neste caso, a procuradoria jurídico do município não poderia parar um pouco de dedicar todo o seu tempo para atender os caprichos e anseios políticos dos ora ocupantes do Poder para salvaguardar a honra e moral deste servidor público?
Seria pedir demais? Seria exercer um papel que não lhe cabe?