Foram localizados no último domingo (14), os corpos de duas
pessoas que morreram afogadas quando tentavam realizar a travessia no rio
Paraguaçu, em Santo Estevão. As vítimas eram tio e sobrinho.
De acordo com a polícia, Carlos Pereira dos Santos e Lucas dos
Santos e Santos, moravam na fazenda Alecrim, em Cabaceiras do Paraguaçu e
faziam a travessia em uma canoa, que terminou virando entre a localidade do
Jordão, em Cabaceiras, e Fazenda Mamona, em Santo Estevão.
O acidente aconteceu no início da tarde do último dia 11 e os
corpos só reapareceram no domingo, sendo encaminhados para o Departamento de
Polícia Técnica (DPT) de Feira de Santana. O corpo de Carlos Pereira já foi
liberado para o sepultamento, mas de acordo com um parente, Lucas, que tinha 13
anos, não possuía documento e o DPT deverá solicitar exame de DNA para sua
liberação.
Por ironia do destino, Carlos e Lucas eram parentes de quatro
pessoas que morreram no mesmo local, em março do ano passado. As mortes também
foram provocadas após uma canoa virar.
Relembre a tragédia
Quatro pessoas morreram afogadas no rio
Paraguaçu, em Santo Estevão, na noite de quinta-feira, 14 de março de 2013. De
acordo com a polícia, as crianças Iara Machado Ventura, 7 anos, e Vitória
Machado Ventura, 5 anos, a tia delas Almezina da Cruz Meira, 56 anos, e Joaquim dos Santos Almeida, 36, se afogaram quando
a canoa em que estavam virou. A mãe das crianças, Idalia dos Santos Cardoso Machado, 28, também estava na embarcação, mas conseguiu se segurar e foi resgatada por pescadores. Segundo familiares, Idalia e as filhas faziam a mudança de Cabaceiras para Santo Estevão quando houve o acidente.
A polícia informou
que a realização de travessias no rio é considerada uma prática normal para a
população, apesar do perigo do transporte feito por canoas.
Blog Central de
Polícia, com informações de Carlos Valadares e fotos de arquivo.


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