A coordenação do SAMU nega que fatos narrados por populares tenham acontecido durante o atendimento realizado no dia 17, por volta das 15h, a um homem que estava caído à rua Barão do Rio Branco, nas proximidades da Escola Montessoriana.
Estavam na USB (Unidade de Suporte Básico) as técnicas em enfermagem Fabiana dos Santos Costa e Arleide Arcanjo dos Santos, mais o condutor José Hamilton Pereira dos Santos.
O homem estava consciente, mesmo com hálito característico de bebida alcoólica e tinha um hematoma frontal – segundo informações devido à queda. A equipe realizou o protocolo de trauma, com as devidas imobilizações, sem que ele apresentasse qualquer resistência.
Dentro da ambulância, quando as técnicas verificavam sinais vitais, o homem passou a agredi-las verbal e fisicamente. Não aceitou mais ser atendido e violentamente quebrou o colar cervical. Para segurança da equipe, informa a coordenação do SAMU, o homem foi retirado da unidade, com a ajuda de terceiros.
Eles pediram à Central de Regulação apoio da Polícia Militar ou da Guarda Municipal. Cerca de 15 minutos depois e um novo contato, a Regulação orientou que a equipe retornasse à base. Depois, o grupo foi à delegacia para prestar queixa devido as agressões sofridas.
As informações são Secom, com fotos do blog Central Baiana de Notícias.
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