A Polícia Federal deflagrou na manhã
desta quinta-feira (15) uma operação contra lavagem de dinheiro, sonegação de
impostos e falsidade ideológica em Maceió e
cidades do interior de Alagoas. Segundo o delegado federal Gustavo Gatto, estão
sendo cumpridos 4 mandados de prisão, 24 de busca e apreensão e 8 de condução
coercitiva. Pelo menos um empresário já foi preso.
A ação,
denominada Operação Abdalônimo, começou por volta de 5h e ocorre
simultaneamente em Maceió, Arapiraca, Branquinha, Anadia e em Feira de Santana,
na Bahia. Segundo o delegado, investigações da polícia em conjunto com a
Receita Federal descobriram sonegação de impostos em empresas de diversos
ramos, como o de concessionárias de veículos e de vestuário.
As equipes
cumprem mandados em duas concessionárias da Avenida Menino Marcelo, uma loja de
roupas no Hiper Bompreço, do bairro do Farol, e em uma casa no condomínio
Aldebaran, no Tabuleiro do Martins. Cerca de 70 policiais federais e outros 25
da Receita Federal estão cumprindo os mandados.
Investigações
Segundo a PF, os crimes são liderados por um empresário, que não teve o nome divulgado, e se notabilizou pela incrível evolução patrimonial. A investigação começou quando surgiram informações sobre lavagem de dinheiro por parte do empresário, pessoa que ostenta altíssimo padrão de vida, possui diversos imóveis, carros esportivos, um avião e um helicóptero.
Segundo a PF, os crimes são liderados por um empresário, que não teve o nome divulgado, e se notabilizou pela incrível evolução patrimonial. A investigação começou quando surgiram informações sobre lavagem de dinheiro por parte do empresário, pessoa que ostenta altíssimo padrão de vida, possui diversos imóveis, carros esportivos, um avião e um helicóptero.
Ainda segundo
a PF, somente nos últimos cinco anos o empresário investigado teria movimentado
R$ 300 milhões irregularmente. A Receita Federal informou que o empresário não
declarou renda condizente com seu patrimômio. A investigação avançou e a PF
descobriu que o suspeito se utilizava de subterfúgios criminosos, tais como
falsificação de documentos, criação de empresas de faixada e a ocultação de
bens, mediante a utilização de terceiras pessoas, ou “laranjas”.
As informações são do G1.

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